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domingo, 1 de janeiro de 2012

Retrospectiva Guitarra & Música 2011 - Os melhores posts

Chegamos em mais um ano novo no blog Guitarra & Música, e com ele, mais um post retrospectiva.

Piadas de músicos
Embora eu ainda nem tive tempo de adicionar outras "piadas" nesta matéria, o post Piadas de músicos recebeu muitas visitas de pessoas querendo sacanear seus amigos músicos.

Como tirar músicas de ouvido
Muita gente tem dificuldades em tirar uma música de ouvido, e não são somente iniciantes, isso porquê, hoje a maioria só tira músicas por tablaturas, cifras, e claro, o Guitar Pro.
Este post foi feito para ajudar as pessoas que querem aprender a tirar músicas de ouvido.

Easter eggs musicais
"Easter eggs" (Ovos de páscoa) são segredos, ou piadinhas escondidas, e podemos encontra-los em jogos, filmes, programas de computador, e até mesmo na música.
O post Easter eggs musicais faz uma lista desses segredinhos no mundo da música.

Regulagem e ajustes de oitavas (Pontes Floyd Rose)
Regulagem e ajustes de oitavas (Pontes fixas)
Para auxiliar os guitarristas de plantão, preparei uma matéria ensinando como regular sua própria guitarra. São dois posts ensinando a fazer a regulagem e ajuste de oitavas em pontes fixas e flutuantes (Floyd Rose).

Covers toscos e bizarros
Falta de talento? Criatividade? De conhecimento musical? Ou todos juntos?
A realidade é que existem muitas bandas que já são ruins por natureza (Independente do estilo musical, falo da pobreza musical), que ainda nos fazem ter de aturar Covers toscos e bizarros de músicas boas, já conhecidas do povão.

Plágios musicais e o uso de "Samplers"
Neste ano o Angra foi vítima de plágio por um "cantor" de Axé.
Mas o Angra não é a unica banda plagiada, neste post listamos vários Plágios musicais e o uso de "Samplers", que nada mais é que um plágio com nome chique.

Animes musicais
Nesta matéria listamos vários Animes musicais.
Todos envolvendo uma história de um ponto de vista dos próprios músicos/musicistas.
Dentre os animes citados estão: Beck, K-On, Detroit Metal City, entre outros.

A onipresença da música clássica
É impossível negar A onipresença da música clássica, que escutamos em comerciais de TV, filmes, desenhos animados (Como já vimos no post: Música clássica e os desenhos animados), nos elevadores, nas igrejas, e até mesmo nas ruas.
Neste post estão alguns exemplos de músicas clássicas conhecidas por quase todos, mesmo que este não seja fã de música clássica.

A matemática e a música (Donald no país da matemágica)
Acredito que muitos de vocês já saibam, mas a matemática e a música andam de mãos dadas.
Principalmente para quem trabalha com luthieria, onde cada milímetro faz a diferença.
Nesta matéria trago à vocês o curta Donald no país da matemágica, onde aprendemos matemática com o Pato Donald, usando a música como incentivo.

Les Paul completaria 96 anos, e até o Google faz sua homenagem
Falecido no dia 12 de agosto de 2009, Les Paul foi homenageado pelo Google com um doodle em sua página inicial, que permitia o usuário "tocar guitarra".
O doodle não está mais na página inicial, mas você pode encontrr o link nesta outra matéria, onde é mostrado vários videos de usuários tocando guitarra com o doodle: Google Doodle - Les Paul 96 anos

Instrumentos musicais mais caros do mundo
O título é auto-explicativo. Nesta matéria mostro à vocês instrumentos musicais que podem chegar a marca de 18 milhões de dólares, uma pechincha!

Como ler partituras
"Pra que aprender partitura se posso ler tablaturas ou deixar o Guitar Pro me ensinar?".
Bem... De certo modo isso pode até ser verdade, mas como esperar se tornar um bom músico sem aprender a ler partituras? Afinal, uma coisa é saber tocar, tocar bem e saber várias técnicas, outra coisa é ser músico!

Neste post eu dou uma aula ensinando como ler partituras, se sua intenção é se tornar um bom músico, não se esqueça de ler a matéria.

Os diversos shapes/modelos de guitarra
Na retrospectiva do ano passado a matéria: Palhetas, era a mais acessada do blog, contando com cerca de um terço do total de visitas, hoje o post Os diversos shapes/modelos de guitarra já superou essa marca e é agora a matéria mais lida do blog.

Este post (e suas continuações) lista os diversos modelos de guitarras disponíveis, suas histórias e os guitarristas conhecidos que usam tal modelo em gravações e apresentações.
Os diversos shapes/modelos de guitarra (Parte 2)
Os diversos shapes/modelos de guitarra (Parte 3)

Mas se você procura modelos originais e diferentes, não se esqueça de checar a série Guitarras diferentes:
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2010/03/guitarras-diferentes-parte-1.html
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2010/03/guitarras-diferentes-parte-2.html
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2010/03/guitarras-diferentes-parte-3.html
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2010/04/guitarras-diferentes-parte-4.html
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2011/06/guitarras-diferentes-parte-5.html
http://guitarra-e-musica.blogspot.com/2011/06/guitarras-diferentes-parte-6.html

Aplicativos musicais para celulares Android
Hoje boa parte das pessoas já possui seu próprio smartphone, e hoje, um celular não é mais somente um celular, ele pode ser um console portátil para games, GPS, uma camera fotográfica, um afinador de guitarras e violões, um gravador de bolso, etc.
Nesta matéria listo alguns aplicativos essenciais para músicos.

Como funciona a distorção da guitarra
Já se perguntou como funciona a distorção da guitarra que usamos todos os dias?
Nesta matéria você encontrará a resposta.

Clube dos 27: Artistas que morreram aos 27 anos
Provavelmente você já ouviu falar do clube dos 27, neste "clube" participam músicos que faleceram aos 27 anos de idade, e nesta matéria, listo alguns desses músicos, dentre eles: Jimi Hendrix, Kurt Cobain, e Amy Winehouse, falecida dia 23 de julho de 2011.

Blue Notes
Você sabe o que é um blue note? Provavelmente sim, mas sabe como utilizá-lo em suas canções de forma correta? É verdade que não existe uma regra certa a ser seguida, mas isso não significa que você pode usar um blu note de qualquer forma, é preciso saber usá-lo.
Nesta matéria dou algumas dicas para o uso correto do blue note, com alguns vídeos para auxiliar o aprendizado.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

“BlueJay ”Greenberg, o gênio musical do século XXI. Parte 2

(Acompanhe a matéria, leia AQUI a Parte 1).

Jay "Bluejay" Greenberg, o maior gênio musical dos últimos 200 anos, começou a tocar violoncelo aos três anos de idade e, posteriormente, aprendeu sozinho a tocar piano.
Suas primeiras composições foram escritas com a idade de seis anos. Suas primeiras lições formais na teoria e composição começou quando ele tinha sete anos. Na idade de dez anos, ganhou uma bolsa de estudos na Escola de Música de Nova York, a prestigiada Juilliard.

O que se passa nestas mentes mais do que simplesmente reproduzir uma música anteriormente ouvida, é um processo que David Cope por si só analisou nos seus programas de composição algorítmica e pôs o seu computador a fazer. Algo que para os humanos normais não é possível desta forma, fazendo com que levassem anos para ser feita!
Noções como "recombinação", "alusão", "assinaturas", "reconhecimento de padrões" etc.


Todos nós sabemos que nada se cria, tudo se transforma. Quando na realidade pensamos criar algo novo, estamos na realidade fazendo associações e recombinações de conceitos já apreendidos por nós em alguma parte no tempo, e a utilizá-los de forma criativa e a dar-lhes uma nova apresentação original: estabelecer conexões nunca antes estabelecidas.

Imaginem o computador do David Cope: ele insere na base de dados todos os corais de Bach. Depois, o computador "limita-se" a analisá-los, ver os padrões, as regras pelas quais eles se guiam, a detectar o "estilo" e reduz tudo isto a tabelas numéricas. Depois consegue com processos matemáticos e do acaso, fazer recombinações a partir de uma nota inicial qualquer. O resultado é óbvio: como segue todos os processos padronizados de Bach, vai sair necessariamente um coral que vai "soar" a um coral de Bach. Ou seja, vai sair um "novo coral de Bach". É novo porque esta combinação de notas, nunca tinham sido utilizadas. É "de Bach" porque este estilo de padrões e combinações já o tinham sido utilizadas, muitas vezes, por este compositor.

Agora imaginem que nessa base de dados, não tínhamos apenas corais de Bach, mas uma outra obra diferente. Uma sonata de Mozart, por exemplo. Isto, poderia talvez confundir o computador. Na realidade o que aconteceria era que quando o computador fosse tentar compôr um "novo coral de Bach" iria receber umas mínimas influencias desta sonata de Mozart perdida na base de dados. Se a nova obra composta - um coral "pretensioso", fosse ela própria reconduzida de novo para a base de dados, já teríamos duas "anomalias genéticas" na população. E um segundo coral de Bach sairia ainda mais distinto por este estilo híbrido. A certa altura do tempo, o estilo começaria a evoluir, e começaríamos a ter um estilo novo, já muito distante dos corais de Bach, mas que em nada se assemelharia às sonatas do Mozart, visto ter partido de apenas uma amostra. Teríamos um "estilo próprio".


BlueJay, acredito, que passe por todo este processo. O seu cérebro, é uma gigantesca base de dados de música de todos os gêneros. O que se passa é que este mesmo cérebro inconscientemente começa a fazer recombinações e reconhecimentos de padrões dos seus compositores favoritos (Bernstein, Copland, Stravinsky), e assim não se admira que consiga "ouvir obras" que se aproximam do estilo destes compositores, mas ao mesmo tempo ter um estilo próprio. Porque está fortemente "contaminado" por influências que vão desde o Jazz, ao pop, etc.

A diferença entre Jay Greenberg e o computador de Cope, é que Jay é uma pessoa. E só por si é admirável o que ele consegue fazer. Porque trabalha a velocidades e com precisões que a maioria dos humanos não consegue.

A segunda é que sendo uma pessoa, tem consciência do universo e de si. E como tal, pode decidir e discernir. A sua base de dados, que num computador seria caótica: a mistura de toda a música na base de dados de um computador só iria dar lixo, em Jay Greenberg não o é! O seu cérebro consegue perceber o que pode ou não combinar. O que faz sentido ou não fundir. E é por isso que Jay (acredito eu!) não ouve um compasso de Jazz, um compasso de Beethoven, um compasso de Metallica e escreve. Não, Jay, ouve melodias coerentes, estruturadas e consentâneas com uma afinidade intrínseca.

A conclusão é que Jay é um brilhante exemplo do que um computador pode fazer, mas ainda lhe falta fazer para ser perfeito.

A segunda conclusão é que há bênçãos para a humanidade que não se explicam facilmente e Jay é um deles. Espiritualistas acreditam que BlueJay trata-se de criança índigo (é uma teoria que afirma que, supostamente, uma nova geração de crianças com habilidades especiais estejam nascendo e que estariam trazendo uma "Nova Era" para a humanidade), assim como outros jovens gênios deste século, de outras áreas, como os da tecnologia, por exemplo. É que ser um instrumentista prodígio é tecnicamente fabuloso, mas ser um compositor prodígio, é raríssimo, porque se tem de conjugar, não um processo físico, mas um processo mental muito mais complexo: Jay tem de saber tudo e mais alguma coisa sobre todos os instrumentos e não apenas de um.

Analisamos aqui superficial e resumidamente a explicação mais básica sobre a fisiologia do cérebro de Jay, o lado médico neurológico, seu possível método de composição e alinhamento de ideias que se assemelham aos de um computador super avançado, e até uma explicação espiritual, mas quem de fato consegue explicar como funciona a mente deste jovem gênio em ascensão? Resta saber o que o tempo fará a BlueJay e por que caminhos o seu dom o levará.


Texto adaptado de Tiago Videira.
Edição e correção por Eni Miranda.
Fontes: http://www.jaygreenbergmusic.com/

Ouça: Symphony No. 5 (London Symphony Orchestra feat. conductor: José Serebrier) / Quintet for Strings (Juilliard String Quartet)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"BlueJay" Greenberg, o gênio musical do século XXI. Parte 1

"Estamos falando de um prodígio ao nível dos maiores prodígios da história na área da composição, como Mozart, Mendelssohn e Saint-Saëns. Se Jay estivesse aqui agora, enquanto falamos, poderia estar a compor uma sonata para piano em 25 minutos, à nossa frente e seria uma grande obra musical. É um fenômeno raro! Para compôr é preciso saber as notas de cada instrumento, o ritmo, as entradas, etc. Como compôr para harpa e oboé? Ter a certeza de que não é para tocar no piano, etc. É preciso dominar centenas de milhares de bits de informação para compor uma peça musical."
Sam Zyman – compositor (em entrevista)


Jay "Bluejay" Greenberg, nasceu em New Haven, Connecticut, a 13 de Dezembro de 1991. Aos dois anos de idade já desenhava notas musicais, violoncelos e outros instrumentos musicais, e sem saber ler escreveu a palavra “Celo”. Surpreendidos, seus pais levaram-no a uma loja de instrumentos musicais e arranjaram-lhe o seu primeiro violoncelo, em que ele começou a tocar como se conhecesse o instrumento há anos.
No ensino fundamental passava as aulas escrevendo partituras sem dar atenção às matérias. Os pais foram chamados várias vezes à escola, para reuniões de urgência, devido ao comportamento "problemático" da criança.
Aos 10 anos de idade entrou para um dos mais consagrados conservatórios de música, o Julliard em New York.
Aos 12, a sua obra "The Storm" foi tocada pela New Haven Symphony em Connecticut. Escreveu cada nota para todos os instrumentos em poucas horas.
Aos 13 anos já tinha escrito 5 sinfonias.
Ficou mundialmente conhecido após uma entrevista ao programa "60 Minutes" em 2004, aos 12 anos de idade.